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terça-feira, 31 de julho de 2012


Doença comum também dá auxílio-acidente na Justiça

O segurado do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que teve a capacidade de trabalho reduzida por uma doença comum também pode conseguir o auxílio-acidente na Justiça.
No posto, o INSS só concede o benefício para casos em que a limitação é uma consequência de doença ou acidente relacionados ao trabalho ou por acidente comum.
O JEF (Juizado Especial Federal) de Santos mandou o INSS pagar o auxílio a um motorista que, depois de uma grave lesão no olho, não conseguia mais exercer sua função.
Ele chegou a ser empregado, na mesma empresa em que atuou como motorista, em outra função, como conferente de carga, mas deixou o emprego por conta do problema de visão.

segunda-feira, 30 de julho de 2012


Depressão e obesidade dão aposentadoria na Justiça

Doenças da "vida moderna", a obesidade e a depressão dificilmente dão direito à aposentadoria por invalidez no posto do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), mas na Justiça já são consideradas como motivos para a incapacidade total para o mercado de trabalho.
O STJ (Superior Tribunal de Justiça), no entanto, já mandou o INSS conceder o benefício à segurada que tinha um histórico de crises de depressão profunda e síndrome do pânico.
Em outro caso, a aposentadoria foi concedida a uma segurada diagnosticada com quadro neurótico grave e transtorno de ansiedade e de depressão.

quinta-feira, 26 de julho de 2012


Doença comum também dá auxílio-acidente na Justiça

O segurado do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que teve a capacidade de trabalho reduzida por uma doença comum também pode conseguir o auxílio-acidente na Justiça.
No posto, o INSS só concede o benefício para casos em que a limitação é uma consequência de doença ou acidente relacionados ao trabalho ou por acidente comum.
O JEF (Juizado Especial Federal) de Santos mandou o INSS pagar o auxílio a um motorista que, depois de uma grave lesão no olho, não conseguia mais exercer sua função.
Ele chegou a ser empregado, na mesma empresa em que atuou como motorista, em outra função, como conferente de carga, mas deixou o emprego por conta do problema de visão.

terça-feira, 24 de julho de 2012


INSS esconde proposta para pagar revisão dos auxílios

No dia em que se encerrava o prazo para a apresentação de uma proposta de pagamento da revisão dos auxílios, o INSS preferiu se calar e evitou dar qualquer informação sobre o assunto.
No início de julho, a Justiça havia determinado um prazo, que terminava ontem, para o instituto expor uma planilha de pagamento, de forma parcelada, da revisão.
Embora tenha se manifestado, anteontem, no próprio processo que está no TRF 3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), em São Paulo, o INSS, por meio de sua assessoria, não abriu o jogo sobre o conteúdo dessa manifestação --ou seja, se a manifestação já é para o pagamento.
Resposta
De acordo com a AGU (Advocacia-Geral da União), que representa o órgão na Justiça, a informação passada é que a manifestação ainda estava para ser analisada pelo tribunal e que, em um primeiro momento, ela não poderia ser levada a público.
Em São Paulo, o TRF 3 alegou falta de tempo para responder à solicitação sobre a proposta protocolada pelo INSS e disse que o órgão poderia passar o conteúdo da manifestação apresentada anteontem à Justiça.

Veja como pedir indenização por erro cometido pelo INSS

Prática ainda desconhecida entre os segurados do INSS, a ação por dano moral pode ser uma saída na Justiça para compensar, ainda que financeiramente, o tempo em que o beneficiário foi prejudicado por um erro cometido pelo instituto.
Isso pode ocorrer, por exemplo, quando o INSS corta indevidamente um benefício ou demora demais para analisar a concessão.
A perda de documentos do segurado pelo posto e o fornecimento de dados errados --que impedem a concessão do benefício ou sua revisão-- também são situações que podem gerar o dano moral.
O mesmo vale nos casos em que o servidor ou o médico perito maltrata o segurado.

67.039 segurados receberão atrasados do INSS em agosto

O CJF (Conselho da Justiça Federal) liberou ontem os atrasados de até R$ 37.320 para quem teve a ordem de pagamento emitida em junho.
Ao todo, 67.039 segurados que ganharam ações de concessão e revisão de aposentadorias, auxílios e pensões terão a grana na conta em 10 de agosto.
Os atrasados somam R$ 474.160.511,56, que serão pagos pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) em 60.638 ações judiciais.
O TRF 3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), que atende os Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, receberá R$ 126.831.747,72 para pagar os atrasados de 13.053 segurados que ganharam 11.741 ações.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

É duro vermos a realidade dos aposentados no brasil, viram aquela Senhora Comissária de Bordo Aposentada, no programa Profissão Repórter de ontem, precisa trabalhar de segunda a sábado até a madrugada para complementar a renda. Isto é uma vergonha, trabalhar a vida toda e depois de anos aposentada ter que voltar a trabalhar pois sua aposentadoria defasou.