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segunda-feira, 24 de setembro de 2012


Veja quando o segurado pode ter dois benefícios

Os segurados do INSS podem receber mais de um benefício ao mesmo tempo, sendo o mais comum somar a aposentadoria com a pensão. Muitos dos pagamentos simultâneos são concedidos diretamente no posto do INSS. Em alguns casos, porém, é necessário ir à Justiça.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012


Saiba como obter pagamento quando o INSS nega auxílio

O segurado que teve o auxílio-doença cortado pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e não consegue voltar a trabalhar pode precisar ir à Justiça para ter o pagamento garantido.
Nesses casos, o segurado deve avaliar sua situação de saúde. Se, além da alta médica do INSS, ele tiver laudos comprovando que poderia voltar a trabalhar, ainda que em outra função, é o caso de ir à Justiça do Trabalho e pedir que a empresa o receba.
Milhões de Brasileiros não sabem que tem direito a receberem benefício do INSS, informe-se, existe uma enorme diversidade de beneficíos.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012


Justiça facilita prova de união para pensão por morte

A TNU (Turma Nacional de Uniformização), última instância do JEF (Juizado Especial Federal), entendeu que, para comprovar a união estável e garantir a pensão por morte, basta o interessado apresentar testemunhas. Dessa forma, não é mais obrigatório mostrar documentos como prova.
Quando um segurado do INSS morre e seu companheiro ou companheira quer solicitar a pensão, ele precisa ir ao posto previdenciário e apresentar documentos para comprovar a união estável. Entre os papéis que servem de prova estão a certidão de casamento, a conta bancária conjunta ou comprovantes de endereço.
Acontece que, mesmo vivendo juntos, nem sempre os segurados têm essas provas. Por isso, acabam tendo dificuldades para provar a união estável e receber o benefício. "Muitas pessoas, quando se unem, continuam não tendo acesso a cartão de crédito e habitação própria. Como elas poderão comprovar que tinham uma união estável sem o depoimento da vizinha ou do dono do bar?", diz o advogado previdenciário Daisson Portanova.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012


Orçamento de 2013 reserva R$ 6,5 bilhões para revisões

O Orçamento enviado pelo governo ao Congresso reservou R$ 6,5 bilhões para pagar revisões de benefícios do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) em 2013. O projeto garante que haverá dinheiro para pagar os segurados que esperam as revisões dos auxílios e do teto.
Após algumas semanas de atraso, o acordo para pagar a revisão dos auxílios foi assinado no início deste mês pelo INSS e pela Advocacia-Geral da União, após ação civil pública apresentada pelo Sindicato Nacional dos Aposentados e pelo Ministério Público Federal. O atraso ocorreu para incluir esse novo gasto no Orçamento.
Os benefícios de quem tem direito à revisão começarão a ser corrigidos em fevereiro de 2013. Nesse mesmo mês serão pagos os atrasados para os segurados que têm mais de 60 anos. Os demais receberão o pagamento entre 2014 e 2022, de acordo com o valor dos atrasados.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012


Espera por benefício dá atrasados de até R$ 46 mil

No Brasil, 123.298 segurados aguardam há mais de 45 dias pela resposta do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) sobre um pedido de concessão de benefício, segundo dados de julho deste ano.
O segurado que espera mais de 45 dias pela concessão de um benefício tem direito a receber a grana com correção.
Desse total, 81% está parado por pendências do INSS.
O restante ainda não saiu por responsabilidade do segurado.
Quem sempre recolheu pelo teto, por exemplo, poderá ter R$ 46.661 em atrasados se esperar um ano pela resposta do INSS.
O número de segurados que estão esperando há mais de 45 dias subiu no país.
Em relação a julho de 2011, a fila maior está com 85,5% mais segurados.
No ano passado, o INSS tinha 66.467 pedidos de benefício com esse tempo de pendência.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012


Registro em carteira conta tempo na aposentadoria

Juizados reconhecem os períodos que não estão no cadastro da Previdência, mas têm registro do patrão
A TNU (Turma Nacional de Uniformização), última instância de decisão dos Juizados Especiais Federais, decidiu que o segurado do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) pode comprovar o período de contribuição só com as anotações que foram feitas na carteira de trabalho.
O órgão havia negado a aposentadoria de um segurado do Mato Grosso, porque os pagamentos à Previdência não constavam no CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais). A TNU determinou, no entanto, que o INSS precisaria provar que as informações da carteira de trabalho não eram verdadeiras para negar o reconhecimento do tempo de contribuição.